domingo, 26 de junho de 2016

Músico do Maranhão é convidado para tocar no Reino Unido.

Músico brasileiro é descoberto por dono do Cavern Club


Cantor Gui Lopes é convidado para tocar em festival dedicado aos Beatles, em Liverpool

O cantor e compositor Gui Lopes - Leo Siqueira / Divulgação

RIO

— Em setembro passado, o jovem cantor e compositor Gui Lopes, de 23 anos, viu cair em seu colo uma oportunidade que todo músico que tem os Beatles como referência gostaria de ter.

— Eu estava tocando meu repertório mais popular (que vai de Caetano Veloso a Netinho) no quiosque Praia Lanches, em Copacabana, quando veio a vontade de cantar “Let it bleed”, dos Rolling Stones. Foi aí que um casal de senhores se interessou, e a mulher me pediu para tocar duas músicas dos Beatles. Fiz “Let it be” e “Hey Jude” e, no dia seguinte, o cara anotou meu e-mail. Era uma espécie de teste — conta.

O cara era Bill Heckle, proprietário do lendário Cavern Club, casa de shows de Liverpool onde Paul McCartney, John Lennon, George Harrison e Ringo Starr iniciaram suas carreiras. Por e-mail veio o convite para participar da International Beatleweek, festival que acontece entre os dias 24 e 31 de julho, na cidade onde tudo começou. Cerca de 70 artistas de 20 países estarão no evento, que contará com shows no próprio Cavern Club e em outros locais, como a Liverpool Central Library e o bar e restaurante Alma de Cuba. Gui fará dez apresentações por lá.


DO MARANHÃO PARA O RIO

Nascido em Imperatriz, no Maranhão, e morando no Rio desde 2012, o músico se prepara para lançar, no fim do ano, seu terceiro disco autoral, batizado de “Se eu contar o que eu vi” — “um disco denso de hardcore meio progressivo”, que conta com produção de Luã Mattar, filho de Elba Ramalho. Enquanto isso, Gui Lopes tenta vender 2 mil unidades de uma coletânea de seus trabalhos anteriores pelo projeto “Ponte Liverpool’’. A intenção é viabilizar a ida do baixista Tarcísio Schellin e do percussionista Berbel, que costumam tocar com ele em bares e restaurantes cariocas, para a Beatleweek.


— O festival arca com a hospedagem e os custos em Liverpool, mas o transporte fica por conta do artista. Deve dar uns R$ 6 mil por pessoa — explica Gui, antes de adiantar o repertório que pretende levar para o festival. — Dei uma pesquisada, e muitos dos que participam do evento fazem cover mesmo, imitando até o visual. Minha intenção é levar músicas que duvido que os outros vão tocar. Trocar “Help” por “A day in the life”, por exemplo. Meu perfil vocal bate mais com as músicas do John, então é nisso que eu vou focar.

E você leitor, o que acha destas oportunidades que podem surgir a qualquer momento? 


sábado, 25 de junho de 2016

Orquestra Sinfônica de Campinas faz apresentação gratuita em paróquia

Sob a regência de Simone Menezes, o concerto tem início às 18h30. Programação terá obras de Camargo Guarnieri, Nino Rota e Beethoven.


Orquestra Sinfônica da Unicamp, de Campinas (SP) (Foto: Marília Vasconcellos )

Sob a regência de Simone Menezes e solo do trombonista Wilson Dias, a Orquestra Sinfônica de Campinas (SP) faz uma apresentação gratuita neste sábado (25) na Paróquia São José, a partir das 18h30.

O programa tem início com a “Abertura Concertante”, do compositor brasileiro Camargo Guarnieri, seguindo a apresentação com o “Concerto para Trombone e Orquestra”, do italiano Nino Rota, conhecido por suas trilhas para cinema, e encerra com a clássica “Sinfonia nº 7 em lá maior”, do alemão Ludwig van Beethoven.
Simone Menezes (Foto: Divulgação/ Rodrigo Cancela)Simone Menezes irá reger apresentação em
Campinas(Foto: Divulgação/ Rodrigo Cancela)
Músicos


O solista Wilson Dias é professor de eufônio da Emesp-Escola de Música do Estado de São Paulo, trombone solista da Orquestra Sinfônica de Campinas e regente da Banda Carlos Gomes, de Campinas, e da Orquestra Filarmônica Popular de Campinas.

Já Simone Menezes é natural de Brasília, e tem dirigido orquestras na França, Estados Unidos, Portugal e leste europeu, além de algumas das principais orquestras brasileiras.


Programação
Concerto da Orquestra Sinfônica de Campinas
Regente: Simone Menezes.
Solista: Wilson Dias, trombone
Quando: sábado (25)
Horário: 18h30.
Onde: Paróquia São José – Rua 24 de Maio, 477. Vila Industrial. Campinas, SP
Preço: grátis

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Esta quinta-feira, Sei Miguel apresenta na Galeria Zé dos Bois (Five) Stories Untold

Nuno Martins


“Entre a década de 80 e o ano de 2012, a música foi, para mim, uma actividade ininterrupta entre composição, orquestração e direcção”, diz Sei Miguel ao PÚBLICO. De tal forma que só desde 2012 é que o músico diz ter-se dedicado plenamente à trompete de bolso, o seu instrumento de sempre. Esse marcador temporal que o músico estabelece leva-o a falar pacificado de muitas gravações do seu “percurso não poucas vezes solitário” que se terão perdido. Perderam-se e ainda bem que se perderam, garante. A perda não significa forçosamente uma tragédia e terá, talvez, ajudado a que percebesse melhor aquilo que gostaria de fixar em disco e a mais bem peneirar a sua profícua actividade. (Five) Stories Untold, disco acabado de publicar pela portuguesa Clean Feed e apresentado esta quinta-feira ao vivo na Galeria Zé dos Bois, em Lisboa, integra-se nesse discernimento de apenas acrescentar ao mundo aquilo que seja, de facto, determinante no seu percurso.


(Five) Stories Untold é composto por músicas que “partilham talvez um carácter narrativo latente, um pouco misterioso”, mas cuja existência se deve também à oportunidade de poder contar com os músicos certos – Fala Mariam (trombone), Moz Carrapa (guitarra), Luís Desirat (bateria), Rodrigo Amado (saxofone) ou Pedro Lourenço (baixo). Qualquer uma das cinco criações foi já experimentada por Sei Miguel com várias formações e orquestrações, resultando aqui em versões que obedecem a uma tentativa de “afinar uma determinada composição”, em trio, quinteto ou octeto. Como se na sua vida mutante, o músico conseguisse, neste ou noutro momento, deitar a mão às suas invenções e fixar-lhes apenas por breves instantes uma das suas formas inconstantes.

Nuno Martins


Apesar de mais directamente herdeiro da linguagem larga do jazz e da música improvisada, Sei Miguel é muitas vezes apontado como um admirador de John Cage e de Alvin Lucier, sugerindo-se até que importa alguma dessa admiração para os seus temas. Ele coloca travões na ideia. “Estudei o que pude da obra e da pessoa do Cage”, admite. “E ainda estudo. Admiro alguns trabalhos do Lucier, mas não tenho nem a formação nem as ferramentas para poder ser influenciado por ele.” Fazedor de uma música esquiva e eminentemente livre, Sei Miguel acredita que esta se encontra por completo “inserida na jovem e já vertiginosa tradição do jazz”, acrescentando, porém, que “este não é um assunto pacífico”. “E já não tenho tempo nem saúde para me gastar nele.”

Bichos vivos

Próximo nos anos 1980 do efervescente caldeirão criativo que borbulhava em torno da editora Ama Romanta (fundada por João Peste), por onde se encontravam também Pop dell’Arte, Telectu, Nuno Canavarro, Cães Vadios ou Santa Maria, Gasolina em teu Ventre, e onde lançou o histórico Breaker (1988), Sei Miguel foi sempre uma ilha na música portuguesa. A sua música distendida e avessa a classificações definitivas foi vogando pelos anos seguintes e encontrando em Fala Mariam, César Burago, Manuel Mota, Rafael Toral ou, mais recentemente, Pedro Gomes cúmplices fundamentais para o desenvolvimento de uma obra singular.

A ligação à Clean Feed permitiu-lhe, desde 2010, passar para disco e com uma considerável projecção internacional o cúmulo a que a sua música tem chegado. Primeiro, com a edição deEsfíngico – Suite for a Jazz Combo (2010), depois com Salvation Modes (2014), à frente de um colectivo alargado que em parte encontrávamos também no seu projecto Carro de Fogo. “É a minha ovelha negra”, diz desse colectivo. “É o renascer – maduro – dos Moeda Noise [trio que manteve nos anos 80]. O país actual não está a fim de me deixar manter esse bicho vivo. O Carro de Fogo é uma música à parte na minha música.” E esse talvez seja, afinal, o epíteto mais justo para Sei Miguel: um músico à parte, como nenhum outro.

terça-feira, 21 de junho de 2016

ART METAL QUINTETO neste sábado (25/06)



O Art Metal Quinteto interpreta canções do grupo carioca de compositores Prelúdio 21, no CCJF. O conjunto e formado por Antônio J. Augusto (trompa), João Luiz Areias (trombone), Eliezer Rodrigues (tuba), Jessé Sadoc e Wellington Moura (trompetes). O repertório da apresentação tem músicas de José Orlando Alves (“Figurazioni Multipli II”), Marcos Lucas (“Corais e Hoquetos”), Alexandre Schubert (“Meditação, Dança e Final”), Caio Senna (“Come Again”), Sergio Roberto de Oliveira (“Cristal e Porcelana”) e Neder Nassaro (“Extratos”).

Aos 17 anos, jovem vê oportunidade de tocar em Orquestra


“Não sou indeciso, sei definir bem o que quero e corro atrás dos meus objetivos”. Com essa determinação o estudante do 3º ano do Ensino Médio, Elias Felipe de Oliveira, 17 anos, está prestes a avançar mais um degrau no projeto de se tornar um músico profissional. Habilidade não lhe falta, como atestam seus professores.
Nos próximos dias, a convite do músico e instrumentista Marcello Mendonça, Elias terá a oportunidade de fazer uma prova para tocar na Orquestra Sinfônica da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). “Será um teste de aptidão, necessário para conhecer o nível técnico dele, para ver as possibilidades. O primeiro contato com os integrantes da Orquestra já aconteceu. Vamos torcer, Elias tem potencial, é um menino talentoso”, revelou Marcello, que acompanha Elias no Projeto Prinart, desenvolvido na Escola Estadual Antônio Tita, uma das salas anexas da Escola Estadual Antônio Epaminondas, em Cuiabá, onde o rapaz estuda.
Enquanto isso, apesar da expectativa, Elias é centrado. “Na verdade, como amo a música e sonho em fazer faculdade de Música, é natural que eu almeje tocar na Orquestra Sinfônica. Mas acho difícil eu entrar, os profissionais que a compõem estudam cerca de 10h por dia, há entre eles formados na área, outros que entraram por concurso. É bem complicado, mas não impossível. Vou encarar”, ponderou o jovem que divide seu tempo com os estudos, o trabalho e a música.
Vocação
O gosto pela música chegou cedo para Elias. Aos sete anos de idade, começou a estudar teoria musical, para entender de ritmo e nota, por vontade própria. “Eu pensava que tocaria violão, mas quando vi o violino me interessei mesmo sem conhecê-lo. Sua forma, a fama dele ser o rei da Orquestra, a postura, a sonoridade. Enfim, não pensei em outra coisa”, define Elias, que sempre arruma tempo para aprender mais do instrumento.
Assim, o estudante que sempre compôs a rede pública de ensino, afirma que irá trilhar os passos necessários para conquistar seus sonhos. “Também entendo de contrabaixo, rabecão, violoncelo e viola. Mas minha paixão mesmo é o violino”, pontuou Elias, que já serve de espelho para os irmãos menores. “Um dos meus irmãos toca violino, o outro trombone”, conta, demonstrando contentamento pelas escolhas.
Apoio
Marcello Mendonça é um dos integrantes (percussionista) da Orquestra Sinfônica da UFMT e professor do Prinart na Escola Antônio Epaminondas. Músico bem sucedido em 30 anos de carreira e apaixonado pela educação, conta com o apoio do diretor Éber Correa e do coordenador pedagógico Jackson Regis nas ações que desenvolve com os alunos.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

CONCURSO: 2° Concurso Ibero-americano de Composição Sinfônica Ibermúsicas




Descrição

O Programa de Fomento das Músicas Ibero-americanas (Ibermúsicas) foi aprovado na XXI Cúpula Ibero-americana de Chefes de Estado e de Governo, celebrada em Assunção, Paraguai, em novembro de 2011. Ibermúsicas pretende fomentar a presença e o conhecimento da diversidade cultural ibero-americana no âmbito das artes musicais, aproximando estas a todos os setores sociais na região e alargando o mercado de trabalho dos profissionais do ramo.

O 2° Concurso Ibero-americano de Composição Sinfônica Ibermúsicas tem o propósito de promover a criação musical e contribuir assim para o amento do repertório ibero-americano e incentivando estas atividades com plena liberdade criativa.

Data Limite
31 de outubro de 2016.

Elegibilidade
Compositores que pertençam por nacionalidade ou por residência certificada a qualquer pais de ibero-america, sem limite de idade. As candidaturas deverão ser de caráter individual.
Só poderão participar compositores que se encontrem registrados no Catálogo de Recursos de Música. O candidato só poderá participar com uma proposta.

Premiação
US$15,000.00

Forma de Solicitação
As candidaturas poderão realizar-se na página do Programa Ibermúsicas. A lista dos documentos necessários para candidatura está descrita no item 10 do Regulamento.

Contatos

Home Page

Fonte
As informações descritas acima foram obtidas na homepage da Financiadora.

Última Revisão
17/05/2016

CONCURSO: Concurso Ibero-Americano de Composição de Canção Popular Ibermúsicas - 3ª Edição



Descrição


Com o propósito de promover a criação da música popular e contribuir assim para o amento do repertório ibero-americano nos seus diferentes gêneros e incentivando estas atividades com plena liberdade criativa, Ibermúsicas apresenta o 3º Concurso Ibero-Americano de Composição de Canção Popular Ibermúsicas, por meio do qual premiar-se-á um compositor da cada país membro de Ibermusicas para a criação de seis canções novas.

Data Limite
31 de agosto de 2016.

Elegibilidade
Compositores maiores de 18 anos de idade que pertençam por nacionalidade ou por residência certificada a qualquer dos países membros do Programa Ibermúsicas. As candidaturas deverão ser de caráter individual.
O candidato só poderá participar com uma proposta.
Só poderão participar compositores que se encontrem registrados no Catálogo de Recursos de Música.

Premiação
US$6,000.00.

Forma de Solicitação
Devem ser apresentadas três canções com letra e música, que não necessariamente devem ser inéditas e podem ser interpretadas por outros músicos que o compositor/a. As três obras apresentadas serão apreciadas pelo júri como antecedentes de composição. No caso de o compositor recorrente musicalizar textos existentes ou escrito por um letrista fará constar a autorização correspondente do autor original ou seus sucessores.
As candidaturas poderão realizar-se na página do Programa Ibermúsicas. A lista dos documentos necessários para candidatura está descrita no item 10 do Regulamento.

Contatos

Home Page

Fonte
As informações descritas acima foram obtidas na homepage da Financiadora.
Última Revisão
17/05/2016

Financiadora
Fundação Nacional de Artes (Funarte)

CONCURSO: 2° Concurso Ibero-Americano de Composição para Banda Sinfônica Ibermúsicas-Oaxaca



Descrição
O Programa de Fomento das Músicas Ibero-americanas (Ibermúsicas), foi aprovado na XXI Cúpula Ibero-americana de Chefes de Estado e de Governo, celebrada em Assunção, Paraguai, em novembro de 2011. Ibermúsicas pretende fomentar a presença e o conhecimento da diversidade cultural ibero-americana no âmbito das artes musicais, aproximando estas a todos os setores sociais na região e alargando o mercado de trabalho dos profissionais do ramo.

Com o propósito de promover a criação musical para banda sinfônica e contribuir assim com o aumento do repertório ibero-americano, Ibermúsicas junto o Governo do Estado de Oaxaca,por meio da Oficina de Criação Musical Centro de Artes de San Agustín Etla, apresenta o 2° Concurso Ibero-Americano de Composição para Banda Sinfônica Ibermúsicas-Oaxaca.

Data Limite
31 de junho de 2016.

Elegibilidade
São elegíveis compositores que pertençam por nacionalidade ou por residência certificada a qualquer dos países membros do Programa Ibermúsicas maiores de 18 anos de idade.
Só poderão participar compositores que se encontrem registrados no Catálogo de Recursos de Música.
Nota: Só se pode participar com uma só proposta na presente convocatória.

Premiação
O prêmio é de US$10,000.00

Forma de Solicitação
As candidaturas poderão realizar-se na página do Programa Ibermúsicas. A lista dos documentos necessários para candidatura está descrita no item 10 do Regulamento.

Contatos
contacto@ibermusicas.org

Home Page
www.ibermusicas.org/pt/as-chamadas

Fonte
As informações descritas acima foram obtidas na homepage da Financiadora.

Última Revisão
16/05/2016

Financiadora
Fundação Nacional de Artes (Funarte)
www.funarte.gov.br/

CONCURSO: Processo seletivo para docentes efetivos no curso de música - UFMS



A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) abriu inscrições para processo seletivo de 3 (três) vagas para docentes efetivos no curso de música:

-Professor adjunto A (doutor) com dedicação exclusiva para disciplinas teóricas (percepção, harmonia, análise, contraponto, arranjo) com prova didática constando de aula e recital;

-Professor adjunto A (doutor) com dedicação exclusiva para disciplinas teóricas (etnomusicologia, musicologia, sociologia da música, história da música) com prova didática constando de aula e recital;

-Professor assistente A (mestre ou doutor) com dedicação exclusiva para área de performance, interpretação, análise, pedagogia da performance, música em conjunto) com prova didática constando de aula e recital.

Para as 3 vagas, o programa do recital poderá ser executado em todos os instrumentos (incluindo canto), exceto violão, violino e trombone.

As inscrições poderão ser realizadas no período 25.05 a 17.06.2016.

Maiores informações no edital 29/2016 retificado pelo edital 37/2016 encontrados no site da COPEVE UFMS (http://www.copeve.ufms.br/front/news/view/964 e http://www.copeve.ufms.br/front/news/view/981).