O ensino de música nas escolas brasileiras é o tema deste programa. Hugo Cogo Moreira, que estuda como a música melhora o desempenho acadêmico das crianças com problemas de leitura, e Milton Joeri Fernandes Duarte, que pesquisa o uso da música em aulas de história para facilitar a memorização dos conteúdos, conversam com o jornalista Ederson Granetto sobre como as escolas devem incluir a disciplina de música no currículo. Isso, porque apesar de determinado por Lei, não há uma regulamentação que esclareça cargas horárias nem as idades dos alunos que deveriam estudar música.
domingo, 7 de agosto de 2016
domingo, 31 de julho de 2016
Nostalgia - As Músicas mais marcantes das últimas décadas
Uma seleção de músicas do meio pop midiático que marcaram os anos 90 e 2000.
sexta-feira, 29 de julho de 2016
DIVULGAÇÃO: VI semana de educação musical - IA UNESP
É com grande satisfação que
convidamos a todos a participarem da VI SEMANA DE EDUCAÇÃO MUSICAL - IA UNESP,
que ocorrerá nos dias 08, 09 e 10 de setembro de 2016, no Instituto de Artes de
Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"
Endereço:
Rua Dr Bento Teobaldo Ferraz, 271, Barra Funda, São Paulo / SP - CEP: 01140-070
Próximo ao Terminal Rodoviário e Metroviário Barra Funda
Informamos que a data para Submissão de Trabalhos foi prorrogada até 10/08!!!
O evento terá Anais com ISBN, de maneira que, os autores que tiverem trabalhos aprovados, deverão encaminhar após receberem notificação relativa à aprovação, o texto do Pôster em formato de Resumo Expandido. Junto ao e-mail referente à aprovação será enviado um modelo para elaboração do Resumo Expandido, bem como a data para entrega da versão final.
As orientações podem ser encontradas no blog:
http://visemedmusical.blogspot.com.br/p/submissao-de-trabalhos.html
Os interessados em participar da seção de lançamentos, favor contatar visemedmusical@gmail.com
DIVULGAÇÃO: I Encontro de Educação Musical do Vale do São Francisco
Gostaria de convida-los para o I
Encontro de Educação Musical do Vale do São Francisco que acontecerá na cidade
de Petrolina-PE, nos dias 04 e 05/08. O Tema do evento é Formação e Pesquisa em
Educação Musical: Caminhos e Perspectivas.
Período para envio de trabalhos: 01/06/2016 a 03/07/2016.
Inscrições para o evento até 31/07.
Período para envio de trabalhos: 01/06/2016 a 03/07/2016.
Inscrições para o evento até 31/07.
EIXOS TEMÁTICOS:
GT 1: Conteúdo e didática nos diferentes espaços de educação musical.
GT 2: Ensino e aprendizagem da música nas escolas de ensino básico.
GT 3: Educação musical mediada pelas tecnologias.
GT 4: Educação musical e inclusão (necessidades específicas e sociais).
Para outras informações acessar o endereço do evento:
encontrodeeducacaomusicalvsf.blogspot.com.br
GT 1: Conteúdo e didática nos diferentes espaços de educação musical.
GT 2: Ensino e aprendizagem da música nas escolas de ensino básico.
GT 3: Educação musical mediada pelas tecnologias.
GT 4: Educação musical e inclusão (necessidades específicas e sociais).
Para outras informações acessar o endereço do evento:
encontrodeeducacaomusicalvsf.blogspot.com.br
quinta-feira, 28 de julho de 2016
DIVULGAÇÃO: Inscrições para o processo seletivo para os Cursos de Música da ELM - 2º semestre 2016
A ELM - Escola Livre de Música da
Unicamp, órgão de ação educativa, desenvolvido pelo CIDDIC - Centro de
Integração, Documentação e Difusão Cultural COCEN/UNICAMP, informa que estão
abertas as inscrições para o processo seletivo para os Cursos de Música da ELM,
no mês de Julho/Agosto do ano de 2016, para as turmas do semestre referido.
Inscrição on-line 25 de Julho a
02 Agosto.
Realize sua inscrição e leia o
edital completo através do site da ELM no endereço abaixo:
De Chiquinha Gonzaga ao funk, música brasileira vai ditar ritmo da Cerimônia de boas-vindas da Vila Olímpica
Uma trilha sonora com diversas
músicas brasileiras chamou a atenção de todos que passavam pela área de
convivência da Vila Olímpica do Rio-2016 na manhã desta quinta-feira. O som
alto era fruto do último ensaio da Cerimônia de boas-vindas do local, que será
apresentada a todas as delegações a partir de amanhã. Serão várias sessões
diárias, até o dia 4, véspera da abertura oficial dos Jogos.
Vestidos com roupas coloridas,
três grupos de cerca de 30 bailarinos cada vão se revezar durante as
apresentações. Na lista, vários estilos: da música indígena ao fumo carioca.
- Na abertura há uma música
original que foi feita após uma pesquisa sobre os instrumentos indígenas e a
influência deles na música brasileira até os dias de hoje - disse o músico
Gabriel Muzak, responsável pela trilha da cerimônia.
Após a abertura, uma sequência de
músicas toma conta do cenário. Até o final da apresentação, os atletas vão
ouvir canções de Chiquinha Gonzaga, Carmen Miranda, Luiz Gonzaga, Villa Lobos,
Cartola, Nação Zumbi, Tim Maia, entre outros.
- Vamos apresentar a musicalidade
brasileira a todas as delegações - completa Gabriel.
Bares querem nova lei para oferecer música ao vivo em BH
Exigências atuais são as mesmas para esses
estabelecimentos e para boates; ideia é ter regra intermediária
ANA PAULA PEDROSA
RAFAELA MANSUR
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| Ação. Desde o último dia 20, oito fiscais da Regional Nordeste fazem operação para cumprimento da Lei do Silêncio na rua Alberto Cintra |
Os empresários de bares e de restaurantes querem modificar a
lei que estabelece regras para música ao vivo ou som mecânico em Belo
Horizonte. Considerada inviável pelo setor, a legislação atual faz as mesmas
exigências de uma casa de shows ou boate a um bar que tenha um cantor com
violão.
“Buscamos um licenciamento diferenciado porque, para os
bares, a música não é atividade-fim, é complementar”, explicou o presidente da
Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Minas Gerais (Abrasel-MG),
Ricardo Rodrigues. Ele disse que mesmo não sendo atividade-fim, para alguns
estabelecimentos, a música é “questão de sobrevivência”. As conversas da
entidade com o Conselho Municipal de Política Urbana (Compur) estão em fase
inicial, e não foram definidas quais seriam as exigências desse licenciamento
intermediário.
Hoje, de acordo com a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), para obter o Alvará
de Localização e Funcionamento (ALF) com música, o estabelecimento precisa
atender uma série de exigências, como fazer um Estudo de Impacto de Vizinhança
(EIV), tratamento acústico, apresentar laudo técnico do sistema de prevenção e
combate a incêndio e pânico, entre outros.
Conforme um engenheiro ambiental, que não quis ser identificado, somente a
elaboração do EIV custa entre R$ 9.000 e R$ 12 mil. Ele afirmou que o
levantamento é exigido, geralmente, em espaços com mais de 360 m². “É um estudo
bastante complexo, que envolve profissionais de diversas áreas, como arquiteto,
engenheiro civil e engenheiro ambiental, com o objetivo de identificar todos os
impactos do empreendimento, como no trânsito e nos ruídos”. Segundo ele, o
estudo demanda cerca de 60 dias para ser elaborado, mas o processo para obter o
alvará costuma demorar quase um ano.
Polêmica. Na última semana, donos e gestores de bares de Belo
Horizonte reclamaram que perderam seus alvarás para música em razão de uma
mudança na legislação. No Santo Boteco, no bairro São Pedro, na região
Centro-Sul, as apresentações que aconteciam às quintas-feiras e aos sábados
foram suspensas. A gerente do local, Aline Soares, informou que a renovação era
periódica, mas, na última tentativa, o pedido foi negado. Ela disse que
precisaria investir R$ 80 mil para ter o ALF.
O Redentor, no bairro Funcionários, na mesma região, tem música às
segundas-feiras e também não conseguiu renovar o alvará. O gerente Eduardo
Verônica ponderou que a licença era renovada mensalmente há mais de um ano.
A Secretaria Municipal de Serviços Urbanos negou que tenha havido mudança na
lei e informou que existe apenas o ALF ou alvarás para eventos esporádicos, com
data e hora determinadas. A questão, segundo a pasta, é que alguns locais
usavam essas autorizações específicas para justificar as constantes
apresentações, e eles não têm todas as exigências para obtenção do ALF.
O presidente da Abrasel reconheceu essa prática em alguns locais. “Existe
alvará para evento específico, e muitos usam o mesmo documento (alvará) depois
do evento”, disse Rodrigues.
“Para os bares, a música não
é atividade-fim, é complementar. As exigências têm que ser diferentes das
feitas a uma casa de shows.”
Ricardo Rodrigues
Presidente da Abrasel
Lei do Silêncio
Ruídos.
Entre 7h01 e 19h, o limite de ruídos é de 70 decibéis; de
19h01 a 22h, 60 dB; de 22h01 a 23h59, 50 dB, e de 0h a 7h, de 45 dB.
Limite.
Após as 23h, a execução de música mecânica ou ao vivo é
proibida no ambiente externo dos estabelecimentos.
Exigência.
Locais que executem música ao vivo ou mecânica devem ter
isolamento acústico que não permita a propagação de ruídos acima do permitido.
Penalidades.
Os infratores estão sujeitos a advertência, multa (de R$ 80
a R$ 10 mil), interdição da atividade e cassação de alvará de funcionamento ou
de licença. Em BH, na ausência de alvará, a multa mínima é de R$ 371,92 e, no
caso de atividade em desacordo com o alvará, de até R$ 4.463,01.
Denúncias.
Podem ser feitas pelo telefone 156, no BH Resolve, no centro
da capital ou no portal da PBH (www.pbh.gov.br).
Lei do Silêncio pode ser alterada
A música nos bares obedece aos limites impostos pela Lei do
Silêncio, que pode ser alterada em Belo Horizonte. Desde 2013, tramita na
Câmara um projeto que pretende aumentar o nível de ruídos permitido na cidade,
o que seria bem recebido pelo setor.
O presidente da Abrasel-MG, Ricardo Rodrigues, disse que a legislação é antiga
e que o ruído normal de uma avenida de Belo Horizonte já supera o previsto pela
lei. Um bar, porém, pode ser multado se produzir o mesmo barulho. O projeto
será tema de audiência pública na semana que vem. (APP e RM)
BAIRRO UNIÃO
Rua Alberto Cintra é alvo de fiscais
Em uma semana, cerca de 50 notificações e autos de infração
e de interdição da atividade de música foram emitidos contra bares da Rua
Alberto Cintra, no bairro União, na região Nordeste de Belo Horizonte. Em
fiscalização iniciada no último dia 20, foram constatadas irregularidades em 19
estabelecimentos.
A fiscalização foi iniciada com o objetivo de atender as reclamações referentes
à poluição sonora, que alcançaram 116 neste ano. No total, oito fiscais
participam da ação, vistoriando os estabelecimentos e conferindo a
documentação. São utilizados aparelhos medidores de decibéis, que verificam se
os níveis de pressão sonora estão em conformidade com a Lei do Silêncio.
Segundo a Regional Nordeste, nenhum bar da rua tem alvará para execução de
música. Dessa forma, os estabelecimentos podem reproduzir apenas música
ambiente, dentro dos limites da legislação. Os valores das penalidades não
foram informados.
Debate.
Quem mora na rua reclama de música alta noite adentro. “Não
queremos fechar nenhum bar, mas precisamos dormir. A situação está
insustentável, com música até 1h da madrugada, de terça a domingo”, disse uma
moradora da rua, que não quis ser identificada. O empresário do ramo hoteleiro
Pablo Ramos, 39, reclamou que já perdeu vários hóspedes por causa do barulho.
“Investimos cerca de R$ 700 mil no isolamento acústico dos quartos, mas não foi
suficiente, e os hóspedes não conseguem dormir”.
Para discutir soluções, cerca de 20 donos de bares se reuniram nessa
quarta-feira (27) com a Abrasel. “Estamos estudando medidas para solucionar a
situação. Os empresários estão preocupados em melhorar o relacionamento com a
vizinhança e com os clientes”, disse o diretor executivo da Abrasel, Lucas
Pêgo. (APP/RM)
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Academia de Música Filarmônica de Santarém abre vagas para 15 cursos
Novidade ofertada pela
instituição é o curso de musicalização para bebês.
Inscrições podem ser feitas por meio do telefone (93) 99201 5552.
Inscrições podem ser feitas por meio do telefone (93) 99201 5552.
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| Instituição de música foi criada a partir da necessidade de se ter uma escola de música própria (Foto: Academia de Música da Filarmônica de Santarém/Divulgação) |
A Academia de Música da Filarmônica de Santarém, no oeste do Pará, abriu inscrições
para novas turmas dos 15 cursos ofertados pela instituição. Estão sendo
ofertadas 80 vagas para musicalização baby (8 meses a 2 anos) e infantil
(crianças de 3 a 9 anos). Para a categoria jovem e os 12 outros cursos não há
quantidade de vagas definidas. As turmas serão formadas de acordo com a
demanda. O período de inscrição segue até o dia 30 de julho. (Conheça um
pouco da história da Filarmônica de Santarém no vídeo abaixo)
Segundo o diretor da instituição,
Rafael Brito, as inscrições são feitas exclusivamente pelo telefone (93) 99201
5552. “O motivo de estarmos fazendo as inscrições pelo número de telefone é
porque a academia está no recesso de férias e também é uma maneira mais fácil
das pessoas se inscrevem. A pessoa deve mandar o nome completo e o curso que
deseja se inscrever”, explicou.
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| Ao todo, são 15 cursos ofertados pela Academia de Música (Foto: Waddan Coelho/Academia de Música da Filarmônica de Santarém/Divulgação) |
No dia 30 de julho, às 16h, no
prédio localizado na Avenida Borges Leal, bairro Santa Clara, os coordenadores
devem promover uma reunião com todos os interessados. O momento será para
explicar o funcionamento, horários, os cursos e também para a confirmação da
matrícula.
As taxas cobradas no ato da
matrícula e nas mensalidades são no valor de R$ 40 para todos os cursos, exceto
para o de musicalização baby que é cobrada a taxa de R$ 70 mensais. As aulas na
academia iniciam no dia 1º de agosto nos horários da manhã, tarde e noite.
Cursos
De acordo com Brito, para a musicalização baby são ofertadas 20 vagas, para musicalização infantil são 60 e musicalização jovem não tem limite definido. Para os cursos de violino, viola, violoncello, contrabaixo, flauta transversal, clarinete, saxofone, fagote, trombone, trompete, trompa e percussão, as pessoas devem ter conhecimento sobre leitura de partituras. “Dependendo do conhecimento das pessoas, como em casos de pessoas que já passaram por outra instituição e já fizeram a musicalização, elas podem entrar direto para as aulas específicas”, ressaltou o diretor.
De acordo com Brito, para a musicalização baby são ofertadas 20 vagas, para musicalização infantil são 60 e musicalização jovem não tem limite definido. Para os cursos de violino, viola, violoncello, contrabaixo, flauta transversal, clarinete, saxofone, fagote, trombone, trompete, trompa e percussão, as pessoas devem ter conhecimento sobre leitura de partituras. “Dependendo do conhecimento das pessoas, como em casos de pessoas que já passaram por outra instituição e já fizeram a musicalização, elas podem entrar direto para as aulas específicas”, ressaltou o diretor.
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| Período de inscrição segue até o dia 30 de julho (Foto: Academia de Música da Filarmônica de Santarém/Divulgação) |
Academia de Música
A academia surgiu da necessidade da Filarmônica Municipal Professor José Agostinho ter uma escola de música própria. Por este motivo, quatro músicos resolveram unir esforços para criarm uma escola vinculada à filarmônica. Em fevereiro de 2011, com o apoio da diretoria da Filarmônica foram abertas as inscrições e as atividades iniciaram partindo da musicalização. Inicialmente a instituição recebeu a denominação de Escola de Música Professor Wilde Fonseca.
Em agosto de 2012, iniciaram as
atividades dos cursos de cordas sinfônicas que foram implantados pioneiramente
em Santarém
por professores formados no curso técnico de instrumentista de orquestra da
Universidade Federal do Pará (UFPA). Em outubro de 2013, os alunos formados por
este curso deram origem à Orquestra Filarmônica de Santarém, primeira orquestra
sinfônica do município.
No ano de 2015, a escola assumiu
como foco principal a formação de músicos para a Filarmônica Municipal
Professor José Agostinho e para a Orquestra Filarmônica de Santarém, passando a
denominar-se Academia de Música da Filarmônica de Santarém.
Serviço
O quê? Inscrição para os 15 cursos da Academia de Música da Filarmônica de Santarém
Período? Segue até o dia 30 de julho
Como? Informando nome e curso pelo telefone (93) 99201 5552
quinta-feira, 21 de julho de 2016
Pinhão e erudito: últimos dias do Música na Serra terá quinteto de sopros e Luiz Gustavo Zago
O 4º Festival Internacional
Música na Serra (FIMS) segue até o próximo sábado (23) em Lages com
a participação de grandes nomes da cena musical erudita no Brasil. Nesta quinta
(21), o Quinteto Jive for Five, do Conservatório de Poços de
Caldas (MG), apresenta repertório clássico e jazzístico no Teatro
Marajoara, a partir das 20h. A programação é gratuita.
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Luiz Gustavo Zago se apresenta na sexta (22)
Foto: Fe Hinnig / Divulgação
|
Na sexta (22), o programa é
especial: o pianista e arranjador lageano Luiz Gustavo Zago, um dos
grandes nomes da cena instrumental catarinense, se apresenta sozinho e
acompanhado do violonista Felipe Coelho, outro ícone da música no Estado. No
final da noite, Coelho se apresenta também com a Camerata Música na
Serra. Orquestra e Coro Infantojuvenil também se apresentam.
A noite de encerramento no sábado
(23) terá a participação da Orquestra Música na Serra e solistas sob a regência
do maestro Jean reis.
O FIMS começou
no último domingo (17) e levou à cidade serrana artistas renomados
internacionalmente para shows diários e gratuitos. Além dos concertos no
tradicional Teatro Marajoara, o evento realizou Master Classes (oficinas) para
instrumentos de cordas, piano, canto, coro adulto e coro infantojuvenil, além
de apresentações em asilos e hospitais.
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| Foto: Wilian Veronezi / Divulgação |
O Festival faz parte do circuito
de festivais de música clássica sob a direção artística do maestro Jean
Reis.
— Um dos destaques deste ano é a
participação das crianças na sexta no Coro e Orquestra Infantojuvenil - formado
por integrantes de diversos corais de Lages. Teremos também uma apresentação de
dança na noite de encerramento e esperamos que seja uma semente para que em
2017 possamos realizar um festival de dança em paralelo — diz Edite Moraes,
gerente executiva do Instituto José Paschoal Baggio e realizadora do evento.
PROGRAMAÇÃO
|| Quinta (23), 20h
Quinteto Jive for Five
|| Sexta (22), 20h
Orquestra e Coro Infantojuvenil
Luiz Gustavo Zago (piano)
Luis Gustavo Zago & Felipe Coelho
Felipe Coelho & Camerata Música na Serra
Solistas da classe de canto, Coro Música na Serra e Camerata Música na Serra
|| Sábado (23), 20h
Orquestra Música na Serra e solistas
Onde: Teatro Marajoara (Rua Presidente Nereu Ramos, 64, Centro, Lages)
Quanto: gratuito
Informações no site do festival.
|| Quinta (23), 20h
Quinteto Jive for Five
|| Sexta (22), 20h
Orquestra e Coro Infantojuvenil
Luiz Gustavo Zago (piano)
Luis Gustavo Zago & Felipe Coelho
Felipe Coelho & Camerata Música na Serra
Solistas da classe de canto, Coro Música na Serra e Camerata Música na Serra
|| Sábado (23), 20h
Orquestra Música na Serra e solistas
Onde: Teatro Marajoara (Rua Presidente Nereu Ramos, 64, Centro, Lages)
Quanto: gratuito
Informações no site do festival.
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