Mostrando postagens com marcador samba. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador samba. Mostrar todas as postagens
domingo, 9 de agosto de 2020
Incompatibilidade de gênios| CantoDaPraya
#desafiocantodapraya #samba #mpb Música - Incompatibilidade de gênios (Aldir Blanc e João Bosco) Violão - João Bosco Bandolim - Hamilton de Holanda Trombone - Idalmo Santos Dedico esta música a todos pais que acompanham meus vídeos e em especial ao meu pai. Feliz dia dos pais.
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Crítica: ‘Dobrando a Carioca’ faz estudo da história do samba e de seus participantes
Disco traz encontro de Zé Renato, Jards Macalé, Guinga e Moacyr Luz
RIO —
Lançado agora em CD e DVD (Biscoito Fino), o encontro no palco entre Zé Renato,
Jards Macalé, Guinga e Moacyr Luz — nascido em 1999 para o belo projeto “Seis e
meia”, do Teatro João Caetano, e remontado no ano passado, quando foi gravado
no Sesc Ginástico — traz nele muito mais do que as quatro trajetórias. No
espetáculo, há a reunião de quatro olhares sobre a música brasileira — e, mais
especificamente, sobre o samba. Quatro vozes, quatro violões, quatro
repertórios costurando o passado e os presentes do samba.
Os
quatro caminhos têm como ponto de intercessão o fato de serem traçados por
artistas que — apesar de terem sucessos comerciais marcantes no currículo —
sempre se pautaram pela independência. Jards visita a tradição de forma
anárquica, Guinga reconstrói essa tradição em catedrais completamente novas,
Moacyr carrega o fundo dos quintais suburbanos em harmonias litorâneas, Zé
Renato é um cultor da beleza apolínea. Juntos, eles se propõem, sem bandeiras,
a pisar no chão comum do samba, conversando a partir de diferenças e
semelhanças.
Muitas
vozes são puxadas para a roda: Pixinguinha (“Um a zero”, com letra de Nelson
Angelo), Padeirinho (“Favela”), Zé Ketti (“Nega Dina”), Jackson do Pandeiro
(“Como tem Zé na Paraíba”) e Moreira da Silva (“Acertei no milhar”). Há ainda
as canções-tributo de Moacyr e Aldir (“Cachaça, árvore e bandeira”, para Carlos
Cachaça, e “Anjo da Velha Guarda”, para os mestres das escolas). A história do
samba sendo costurada declarada ou insinuadamente (como samba-choro ancestral e
novíssimo “Picotado”, de Guinga).
![]() |
Guinga, Jards Macalé, Moacyr Luz e Zé Renato retomam projeto de 1999 em novo CD e DVD - Divulgação/ Marluce Martins |
Apesar de os quatro serem violonistas, é rara a redundância. Guinga assume o papel de comentar ao instrumento quando um dos outros está à frente (como em “Cidade lagoa”, em “Cachaça, árvore e bandeira” ou no solo em “Vapor barato”, a que Macalé assiste rindo de admiração). Macalé faz solo de trombone com a boca e toca até penico. Zé Renato é o percussionista principal (“o melhor pandeirista do Leblon”, zoa Guinga), além de dar a pureza de sua voz para melodias como “Você, você” e “Anjo da Velha Guarda”. Moacyr é o centro de gravidade, talvez o que melhor consiga transitar entre os quatro universos — os do samba, enfim. Como ele canta: “Folha sagrada onde o morro reescreve/ A história do seu povo/ Mas essa é verdadeira’’.
Cotação:
Bom.
quinta-feira, 21 de julho de 2016
Show de lançamento de CD do grupo Caxangá no Paiol traz sambas de compositores paranaenses
O Teatro Paiol será palco do
lançamento do CD “Caxangá – Sambas Paranaenses”. Em dois shows, que acontecem
nos dias 30 e 31 de julho, o trabalho desenvolvido pelo grupo Caxangá traz
composições que remetem ao cotidiano popular apresentado em sambas e bossas.
O CD é a eternização do sonho dos
instrumentistas Fábio Abu-Jamra, Ricardo Garcia Salmazo, Wagner Bennert e
Leandro Superchisnki, criadores do grupo Caxangá, músicos que sempre
demonstraram interesse em despertar a emoção e a diversão por meio da música,
independente do estilo.
Além do quarteto de instrumentistas,
o CD conta com convidados especiais, dentre eles, Jaime Alem, responsável pelos
arranjos de algumas músicas do repertório e que também faz uma participação
especial nos shows de lançamento no Teatro Paiol. Jaime Alem é maestro,
arranjador, compositor e músico conceituado nacionalmente. Foi diretor musical
da cantora Maria Bethânia por 30 anos, e compôs a trilha sonora dos filmes
“Dois Filhos de Francisco” e “Mutum”.
Para confraternizar e somar
qualidade ao trabalho, o grupo convidou ainda os músicos Clayton Silva
(flauta), Marcos Aurélio Almeida (trompete), Cesar Matoso (saxofone), Bruno
Brandalise (trombone), Daniel Migliavacca (bandolim), Cle Santos (percussão),
Gleison Meneguci (bateria) e Luiz Rolin (bateria e percussão).
Milena Castilho é a presença
feminina do CD. Sua voz traz leveza e sofisticação às apresentações do
quarteto, enquanto sua naturalidade e talento convidam seus ouvintes a celebrar
em canto e dança as interpretações.
O CD é fruto da Lei de Municipal
de Incentivo à Cultura, por meio do mecenato subsidiado de 2012 da Fundação
Cultural de Curitiba, e contou o incentivo do Shopping Pátio Batel e Celepar. A
direção musical é de Fábio Abu-Jamra e a produção do espetáculo e fonográfica
leva a assinatura da MPB JAZZ Promoções e Eventos sob a batuta de Laís Pires e
Cris Mascarenhas. Elas destacam que “os sambas vêm com um suingue sem igual,
arranjos primorosos, naipe de sopros de primeiríssima linha e “cozinha” que
deixarão o público com as pernas bambas de tanto sambar”.
As composições do CD são dos
paranaenses: Bruno Santos de Lima, Cláudio Cesar da Silva, Leonardo Jackson de
Lima, Elias Fernandes de Paula, Ivo Pereira de Queiroz, Ricardo Garcia Salmazo,
Renato Pospissil e Hardy Guedes Filho.
No dia 28 de agosto, o grupo fará
também duas apresentações gratuitas como parte da programação da Semana da
Cultura, no Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba, às 10 horas e 14h30.
Serviço
Shows de lançamento do CD “Caxangá – Sambas Paranaenses”, do grupo Caxangá
Datas: 30 de julho, às 20 horas, e 31 de julhos, às 19 horas
Local: Teatro Paiol – Largo Professor Guido Viaro s/nº – Prado Velho – Curitiba – PR – (41) 3213-1341
Ingresso: gratuito
Shows de lançamento do CD “Caxangá – Sambas Paranaenses”, do grupo Caxangá
Datas: 30 de julho, às 20 horas, e 31 de julhos, às 19 horas
Local: Teatro Paiol – Largo Professor Guido Viaro s/nº – Prado Velho – Curitiba – PR – (41) 3213-1341
Ingresso: gratuito
quarta-feira, 20 de julho de 2016
Jorge Aragão lança 'Samba Book' para festejar 40 anos de carreira
Cantor diz que passou uma pernada em Chico Buarque com divulgação de seu samba em Marte
![]() |
Jorge Aragão na gravação do DVD
| Foto: Divulgação |
Rio - Na gravação
do DVD da quinta edição do ‘Samba Book’, dedicado à sua obra (e que chega a
público num show com convidados no Vivo Rio, em 26 de julho), Jorge Aragão foi
bastante fotografado. Clicou bastante também: volta e meia tirava sua Nikon da
bolsa e saía pegando imagens de todos os artistas convidados — um time que
inclui Fundo de Quintal, Diogo Nogueira, Zeca Pagodinho, Anitta e Beth
Carvalho. Como se não bastasse ter sido o único sambista a ser ouvido em Marte
(em 2001, uma missão da Nasa no planeta levou até lá um veículo robotizado que
executava seu sucesso ‘Coisinha do Pai’), o cantor, que completa 40 anos de
carreira graças à gravação que Elza Soares fez de ‘Malandro’, parceria sua com
Jotabê, é fissurado por fotografia e badulaques eletrônicos.
“Tenho uma máquina
que consegue até pegar buracos na lua. Fico no meu apartamento na Avenida Lúcio
Costa (Barra da Tijuca) e fotografo os navios no mar, pego muita coisa”, diz
Jorge. Após sair de qualquer compromisso, ele coloca seus dois celulares e
plugados no carro: usa um para o aplicativo Waze e o outro deixa ligado no
TuneIn, para ouvir rádios online de todo o mundo. Diz nunca ter deparado com
sua música tocando em uma rádio de outro país. “Ih, rapaz, se isso acontecer
vou ter um troço”. Quanto à execução de ‘Coisinha do Pai’ em Marte, Jorge
revela que não recebeu nada por isso. Nem sabe se Almir Guineto e Luiz Carlos
da Vila, parceiros na música, ganharam direitos.
“Um amigo falou
para botar advogado no meio, acho que a Beth Carvalho (que gravou a música em
1979) botou a boca no trombone... Soube da música em Marte quando vi na
televisão”, conta. “Eu nunca vou ser uma poeirinha do Chico Buarque como
compositor, mas com ‘Coisinha do Pai’ eu dei uma pernada nele! Eu já toquei em
Marte e ele não!”, brinca.
Para um compositor
plugado, um projeto multiplataforma: criado pela Musickeria, o ‘Samba Book’,
como ocorreu nas edições anteriores, tem CD duplo, DVD, Blu-Ray, especial de
TV, livro com discografia comentada, partituras, ambiente web com redes sociais
e aplicativos. O repertório do DVD inclui seu primeiro sucesso, ‘Malandro’,
reinterpretado por Baby do Brasil. Emicida põe novo balanço no verso “respeite
quem soube chegar aonde à gente chegou” de ‘Moleque Atrevido’, Anitta
sensualiza em ‘Coisinha do Pai’, Elza surge no hino antirracista ‘Identidade’,
Martinho da Vila canta ‘Coisa de Pele’. Alcione recria ‘De Sampa a São Luiz’.
Nos extras do DVD, Beth Carvalho, que canta ‘Pedaço de Ilusão’, revela ter dado
uma esnobada em Jorge quando o conheceu (“não prestei atenção nele, estranho,
né?”, diz); e Maria Rita (que canta ‘Do Fundo do Nosso Quintal’) chora ao dar
depoimento sobre o sambista.
“Ela chorou
mesmo?”, pergunta impressionado. “Rapaz, nem vi os extras ainda. Mas todo mundo
arrebentou. A Anitta me falou do quanto ‘Coisinha do Pai’ é importante para
ela, que tem a ver com a história dela com os pais. Foi uma música que fiz para
minhas filhas. ‘Vou Festejar’ também não fiz para a Beth Carvalho (que a
gravou). Foi tudo pra mim. Sempre fiz o que gostava. Meu samba não é cartão de
crédito”. Jorge já vem compondo músicas novas, sozinho e com parceiros como
Leandro Lehart, mas revela que o que faz sucesso mesmo são sambas seus feitos
há quatro décadas. “Toco ‘Malandro’ e muita gente acha que ela foi feita agora.
Já aconteceu de eu chegar num show e falar: ‘Não tenho nada novo pra
apresentar, só esses sambas aqui de 40 anos atrás...’ e todo mundo: ‘Êêêêê!’”,
brinca.
As emoções do DVD
foram fortes, mas Jorge se cuida. Após um enfarte agudo em 2014,o cantor, que
tem 67 anos, frequenta o médico e faz exercícios. Na época, fez operação e pôs
stents. “Poderia ter sido fatal, mas fui atendido rapidamente e não tive
sequelas. Depois de uma operação dessas, você ganha uma maneira nova de ver a
vida. Hoje quero estar perto de pessoas que me tragam algo de bom.”
Um sambista nos
bailes
Jorge Aragão, a 40
anos, de calça boca de sino, juba black, magrinho, tocando guitarra. Imaginou a
cena? Pois é, aconteceu: antes de ‘Malandro’ estourar na voz de Elza Soares, o
sambista era músico de baile e dividia seu tempo entre o cavaquinho, o violão e
a guitarra. Tinha fama de bom guitarrista, inclusive — e segundo testemunhas,
tirava todos os solos de Jimi Hendrix. “Eu adorava Wes Montgomery (guitarrista
americano de jazz). Na época, o Jotabê (parceiro em ‘Malandro’) fazia baile
comigo e me passava a melodia na Kombi que nos levava para as festas, cantando
‘lá lá lá’. Eu tirava tudo na hora”, conta Jorge. Naquele tempo, bem antes de
entrar para o Fundo de Quintal (ao qual pertenceu na década de 80) e sem nem
sonhar em se tornar cantor solo de sucesso, usava uma roupa toda verde. “Eu era
tão magro que parecia um louva-a-deus”, brinca. Hoje Jorge nem tem guitarra em
casa e prefere usar violão elétrico, mas diz que as lições desse período
ficaram até hoje. “Eu já gravei as ‘Bachianas’ de Heitor Villa-Lobos, gravei em
português ‘Can’t Take My Eyes Off You’ (sucesso do grupo americano Frankie
Valli & The Four Seasons, que com Jorge virou ‘O Céu Nas Mãos’)... Nem é
para provocar os defensores das raízes do samba, mas é para mostrar uma outra
face minha”.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
TOP 3 MELHORES TROMBONES DE JAZZ OU DE SAMBA!
Realizei uma pesquisa nas redes sociais com a seguinte pergunta:
Na sua opinião qual é o melhor trombone para jazz?
Vamos aos resultados:
3º Lugar - King 606
2º Lugar - King 3b
1º Lugar - King 2b

Na sua opinião qual é o melhor trombone para jazz?
Então sugeri alguns modelos de calibre fino a médio que se enquadram nos ditos "Jazz Trombones". Um trombonista que admiro bastante sugeriu, em um de seus artigos sobre esta modalidade de trombones, que os trombones de jazz podem também ser chamados de trombones de samba. Pessoalmente, considerando o cenário brasileiro eu apoio totalmente essa nomenclatura.
Vamos aos resultados:
3º Lugar - King 606
2º Lugar - King 3b
1º Lugar - King 2b

O modelo King 2b liderou a lista com 43,4782% dos votos, enquanto o King 3b ficou com 30,4347% dos votos. Ambos são clássicos modelos profissionais da King muito usados e muito admirados por trombonistas famosos do Jazz. Talvez a maior surpresa seja o King 606 que ficou em 3º lugar com 13,0434% dos votos. O King 606 não é da linha profissional, faz parte da linha estudante da marca. Este trombone tem um preço bem mais acessível que os modelos 2b ou 3b. Infelizmente os preços de instrumentos profissionais tem subido muito no Brasil e com certeza o modelo 606 da King é um estudante de melhor qualidade que muitos "profissionais" de outras marcas e por o preço mais acessível se torna uma ótima opção para nós brasileiros. O fato é que a King dominou os resultados da pesquisa. Isso não me surpreende, uma vez que esta marca tem décadas de tradição produzindo trombones de calibre fino (preferidos de muitos trombonistas profissionais do jazz).
Obs: Outros modelos de trombones não passaram de 1% dos votos.
Obs: Outros modelos de trombones não passaram de 1% dos votos.
Atualmente tenho um pBone (trombone de plástico) que uso principalmente em shows, para fazer naipe de música popular etc. Este trombone nem entrou na lista mas considero uma boa alternativa também. Primeiro porque leva a assinatura de Jiggs Whigham (grande nome do jazz no trombone) que tocou por décadas com os famosos Kings 2b ou 3b. O trombone é mais leve que qualquer modelo de metal, tem boa sonoridade e tem praticamente as mesmas medidas de fabricação que o clássico King 3b. Além de tudo isso tem um custo de fabricação muito baixo o que, mesmo com tantos impostos de importação, faz com que seu preço seja muito acessível.
E você caro leitor?
Já teve ou tem algum modelo King?
Usa outro trombone de calibre fino? Qual?
Concorda com os resultados da pesquisa?
Qual é a sua opinião sobre os trombones de jazz?
Deixe um comentário ai abaixo. Compartilhe com seus amigos!
E você caro leitor?
Já teve ou tem algum modelo King?
Usa outro trombone de calibre fino? Qual?
Concorda com os resultados da pesquisa?
Qual é a sua opinião sobre os trombones de jazz?
Deixe um comentário ai abaixo. Compartilhe com seus amigos!
Assinar:
Postagens (Atom)


